quinta-feira, 25 de agosto de 2016

PRESIDENTE JUSCELINO – Afonso Celso foge de debate com Magno Teixeira



Ontem (24) a noite, professores da rede municipal de ensino de Presidente Juscelino “intimaram” os dois candidatos a prefeito do município: Afonso Celso Alves Teixeira (PMN) e José Magno dos Santos Teixeira (PP).

O intuito da sabatina era para que os candidatos apresentassem suas propostas de campanha para que, assim, o eleitor pudesse formar sua opinião e usar o que ali seria dito como balizador do voto no dia 2 de Outubro

Porém, para surpresa de quem se direcionou a Escola Eleodoria Jacinta Cantanhede, o atual prefeito de Presidente Juscelino, Afonso Celso, não compareceu ao local. Só Magno Teixeira.

Segundo fontes do Blog, Afonso Celso além de não comparecer, não deu uma justificativa, deixando a população que queria ouvir suas propostas decepcionadas, o que favorece Magno, que esteve presente e demonstrou que tem propostas a apresentar para a população juscelinense.

"Darei apoio irrestrito à convocação de um plebiscito", diz Dilma


Carta Capital





A dias de seu julgamento, presidenta afastada lê carta em que defende consulta popular sobre eleições antecipadas e reforma política

A presidenta afastada Dilma Rousseff convocou a imprensa e leu no último dia 16,  no Palácio do Alvorada, uma carta que chamou de "mensagem ao Senado e ao povo brasileiro". No discurso, ela propôs um pacto pela convocação de um plebiscito para que a população brasileira decida se deve haver ou não novas eleições presidenciais.

"Estou convencida da necessidade e darei apoio irrestrito à convocação de um plebiscito, com o objetivo de consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e eleitoral."

Ao se comprometer com o plebiscito, Dilma pediu que o Senado não cometa "a injustiça" de a condenar por um crime que não cometeu. "A essa altura, todos sabem que não cometi crime de responsabilidade, que não há razão legal para esse processo de impeachment, pois não há crime", disse.

No documento, Dilma fez críticas às oposições, que atuaram para inviabilizar seu mandato, segundo ela. "Medidas, ações e reformas necessárias para o País enfrentar a grave crise econômica foram bloqueadas e as chamadas pautas-bomba foram impostas sob a lógica irresponsável do 'quanto pior, melhor'", afirmou. "Houve um esforço obsessivo para desgastar o governo, pouco importando os resultados danosos impostos à população", disse.

"Se consumado o impeachment sem crime de responsabilidade, teríamos um golpe de Estado", afirmou a presidenta afastada. "O que peço aos senadores e senadoras é que não se faça a injustiça de me condenar por um crime que não cometi. Não existe injustiça mais devastadora do que condenar um inocente".

A carta da presidenta afastada foi divulgada com o objetivo de fazer um último apelo ao Congresso, antes de seu julgamento, marcado para começar nesta quinta-feira dia 25.

Abaixo, a íntegra da mensagem de Dilma Rousseff:



Mensagem da Presidenta da República Dilma Rousseff

AO SENADO FEDERAL E AO POVO BRASILEIRO

Brasília, 16 de agosto de 2016

Dirijo-me à população brasileira e às Senhoras Senadoras e aos Senhores Senadores para manifestar mais uma vez meu compromisso com a democracia e com as medidas necessárias à superação do impasse político que tantos prejuízos já causou ao País.

Meu retorno à Presidência, por decisão do Senado Federal, significará a afirmação do Estado Democrático de Direito e poderá contribuir decisivamente para o surgimento de uma nova e promissora realidade política.

Minha responsabilidade é grande. Na jornada para me defender do impeachment me aproximei mais do povo, tive oportunidade de ouvir seu reconhecimento, de receber seu carinho. Ouvi também críticas duras ao meu governo, a erros que foram cometidos e a medidas e políticas que não foram adotadas. Acolho essas críticas com humildade e determinação para que possamos construir um novo caminho.

Precisamos fortalecer a democracia em nosso País e, para isto, será necessário que o Senado encerre o processo de impeachment em curso, reconhecendo, diante das provas irrefutáveis, que não houve crime de responsabilidade. Que eu sou inocente.

No presidencialismo previsto em nossa Constituição, não basta a desconfiança política para afastar um Presidente. Há que se configurar crime de responsabilidade. E está claro que não houve tal crime.

Não é legítimo, como querem os meus acusadores, afastar o chefe de Estado e de governo pelo “conjunto da obra”. Quem afasta o Presidente pelo “conjunto da obra” é o povo e, só o povo, nas eleições.

Por isso, afirmamos que, se consumado o impeachment sem crime de responsabilidade, teríamos um golpe de estado. O colégio eleitoral de 110 milhões de eleitores seria substituído, sem a devida sustentação constitucional, por um colégio eleitoral de 81 senadores. Seria um inequívoco golpe seguido de eleição indireta.

Ao invés disso, entendo que a solução para as crises política e econômica que enfrentamos passa pelo voto popular em eleições diretas. A democracia é o único caminho para a construção de um Pacto pela Unidade Nacional, o Desenvolvimento e a Justiça Social. É o único caminho para sairmos da crise.

Por isso, a importância de assumirmos um claro compromisso com o Plebiscito e pela Reforma Política.

Todos sabemos que há um impasse gerado pelo esgotamento do sistema político, seja pelo número excessivo de partidos, seja pelas práticas políticas questionáveis, a exigir uma profunda transformação nas regras vigentes.

Estou convencida da necessidade e darei meu apoio irrestrito à convocação de um Plebiscito, com o objetivo de consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e eleitoral.

Devemos concentrar esforços para que seja realizada uma ampla e profunda reforma política, estabelecendo um novo quadro institucional que supere a fragmentação dos partidos, moralize o financiamento das campanhas eleitorais, fortaleça a fidelidade partidária e dê mais poder aos eleitores.

A restauração plena da democracia requer que a população decida qual é o melhor caminho para ampliar a governabilidade e aperfeiçoar o sistema político eleitoral brasileiro.
Devemos construir, para tanto, um amplo Pacto Nacional, baseado em eleições livres e diretas, que envolva todos os cidadãos e cidadãs brasileiros. Um Pacto que fortaleça os valores do Estado Democrático de Direito, a soberania nacional, o desenvolvimento econômico e as conquistas sociais.

Esse Pacto pela Unidade Nacional, o Desenvolvimento e a Justiça Social permitirá a pacificação do País. O desarmamento dos espíritos e o arrefecimento das paixões devem sobrepor-se a todo e qualquer sentimento de desunião.

A transição para esse novo momento democrático exige que seja aberto um amplo diálogo entre todas as forças vivas da Nação Brasileira com a clara consciência de que o que nos une é o Brasil.

Diálogo com o Congresso Nacional, para que, conjunta e responsavelmente, busquemos as melhores soluções para os problemas enfrentados pelo País.

Diálogo com a sociedade e os movimentos sociais, para que as demandas de nossa população sejam plenamente respondidas por políticas consistentes e eficazes. As forças produtivas, empresários e trabalhadores, devem participar de forma ativa na construção de propostas para a retomada do crescimento e para a elevação da competitividade de nossa economia.

Reafirmo meu compromisso com o respeito integral à Constituição Cidadã de 1988, com destaque aos direitos e garantias individuais e coletivos que nela estão estabelecidos. Nosso lema persistirá sendo “nenhum direito a menos”.

As políticas sociais que transformaram a vida de nossa população, assegurando oportunidades para todas as pessoas e valorizando a igualdade e a diversidade deverão ser mantidas e renovadas. A riqueza e a força de nossa cultura devem ser valorizadas como elemento fundador de nossa nacionalidade.

Gerar mais e melhores empregos, fortalecer a saúde pública, ampliar o acesso e elevar a qualidade da educação, assegurar o direito à moradia e expandir a mobilidade urbana são investimentos prioritários para o Brasil.

Todas as variáveis da economia e os instrumentos da política precisam ser canalizados para o País voltar a crescer e gerar empregos.

Isso é necessário porque, desde o início do meu segundo mandato, medidas, ações e reformas necessárias para o país enfrentar a grave crise econômica foram bloqueadas e as chamadas pautas-bomba foram impostas, sob a lógica irresponsável do “quanto pior, melhor”.

Houve um esforço obsessivo para desgastar o governo, pouco importando os resultados danosos impostos à população. Podemos superar esse momento e, juntos, buscar o crescimento econômico e a estabilidade, o fortalecimento da soberania nacional e a defesa do pré-sal e de nossas riquezas naturais e minerárias.

É fundamental a continuidade da luta contra a corrupção. Este é um compromisso inegociável. Não aceitaremos qualquer pacto em favor da impunidade daqueles que, comprovadamente, e após o exercício pleno do contraditório e da ampla defesa, tenham praticado ilícitos ou atos de improbidade.

Povo brasileiro, Senadoras e Senadores,

O Brasil vive um dos mais dramáticos momentos de sua história. Um momento que requer coragem e clareza de propósitos de todos nós. Um momento que não tolera omissões, enganos, ou falta de compromisso com o país.

Não devemos permitir que uma eventual ruptura da ordem democrática baseada no impeachment sem crime de responsabilidade fragilize nossa democracia, com o sacrifício dos direitos assegurados na Constituição de 1988. Unamos nossas forças e propósitos na defesa da democracia, o lado certo da História.

Tenho orgulho de ser a primeira mulher eleita presidenta do Brasil. Tenho orgulho de dizer que, nestes anos, exerci meu mandato de forma digna e honesta. Honrei os votos que recebi. Em nome desses votos e em nome de todo o povo do meu País, vou lutar com todos os instrumentos legais de que disponho para assegurar a democracia no Brasil.

A essa altura todos sabem que não cometi crime de responsabilidade, que não há razão legal para esse processo de impeachment, pois não há crime. Os atos que pratiquei foram atos legais, atos necessários, atos de governo. Atos idênticos foram executados pelos presidentes que me antecederam. Não era crime na época deles, e também não é crime agora.

Jamais se encontrará na minha vida registro de desonestidade, covardia ou traição. Ao contrário dos que deram início a este processo injusto e ilegal, não tenho contas secretas no exterior, nunca desviei um único centavo do patrimônio público para meu enriquecimento pessoal ou de terceiros e não recebi propina de ninguém.

Esse processo de impeachment é frágil, juridicamente inconsistente, um processo injusto, desencadeado contra uma pessoa honesta e inocente. O que peço às senadoras e aos senadores é que não se faça a injustiça de me condenar por um crime que não cometi. Não existe injustiça mais devastadora do que condenar um inocente.

A vida me ensinou o sentido mais profundo da esperança. Resisti ao cárcere e à tortura. Gostaria de não ter que resistir à fraude e à mais infame injustiça.

Minha esperança existe porque é também a esperança democrática do povo brasileiro, que me elegeu duas vezes Presidenta. Quem deve decidir o futuro do País é o nosso povo.

A democracia há de vencer.

Dilma Rousseff

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Edivaldo é recebido com festa durante caminhada na Vila Embratel



Júlio Pinheiro Paêta e Edivaldo

Já virou rotina a festa com que Edivaldo é recebido nos bairros durante as caminhadas que faz. Por onde passa a caravana da coligação “Pra Seguir em Frente”, o prefeito e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), e o seu vice Júlio Pinheiro (PC do B), o que se vê são inúmeras as manifestações de carinho e gratidão. Todos querem agradecer, por algo realizado, seja na infraestrutura, algum outro benefício recebido durante a gestão ou simplesmente tirar uma foto, todos querem abraça-los e na tarde desta quarta-feira (24), na Vila Embratel área Itaqui-Bacanga, não foi diferente. 



A concentração para o início da caminhada aconteceu na Praça Sete Palmeiras, às 17h, Edivaldo e Júlio Pinheiro seguiram acompanhados por uma multidão formada por moradores da Vila Embratel e bairros vizinhos, lideranças, candidatos a vereador, simpatizantes e militantes partidários.

 Quem roubou a cena ao lado de Edivaldo e Júlio Pinheiro foi o candidato à vereador morador da Vila Embratel, Paêta (PC do B), ele foi de casa em casa ao lado dos dois e recebeu o carinho e incentivo dos moradores pela sua candidatura. A região Itaqui-Bacanga sonha eleger pelo voto direto um vereador representante da região, motivo de Paêta ter sido aclamado por onde passava em companhia de Edivaldo e Pinheiro.

Após caminhar por mais de duas horas pelas ruas do bairro, recebendo o carinho de homens, mulheres e crianças, Edivaldo encerrou a caminhada com uma multidão ainda eufórica festejando a sua presença, ele agradeceu a todos e lembrou das obras de infraestrutura já realizadas na Vila Embratel, Residencial Paraíso e Piancó, "Já fizemos muito, mas vamos fazer ainda mais. Hoje estamos colhendo os frutos de uma parceria que deu certo, entre o governo e a prefeitura estamos conseguindo mudar pra melhor a vida das pessoas na cidade e aqui na área Itaqui-Bacanga não poderia ser diferente", disse.















Já  Júlio Pinheiro lembrou a importância da parceria entre governo e prefeitura para a cidade continuar avançando, "Temos que continuar esse excelente trabalho que Edivaldo vem fazendo à frente da prefeitura, para mim, será uma grande honra poder ajudar São Luis a seguir em frente ao seu lado, essa parceria com o governo tem sido fundamental, e tem que continuar, São Luis não pode parar", afirmou.





Alô Itaqui-Bacanga chegou a hora da Vila Embratel e bairros vizinhos!!

Paêta tem o apoio de Júlio Pinheiro e de Edivaldo 


A região da Vila Embratel na área Itaquo-Bacanga tem um forte candidato a eleição para vereador de São Luis. Após a retirada da candidatura de Júlio Pinheiro (PC do B), agora candidato à vice prefeito ao lado de Edivaldo (PDT), Paêta aparece com força total.

Morador da Vila Embratel José de Ribamar Bezerra Filho (Paêta), reúne as principais características de uma grande liderança e tem conquistado cada vez mais apoio em prol de sua campanha, a começar pelo prefeito Edivaldo e Pinheiro, ambos participam na tarde desta quarta-feira (24), de uma caminhada na Vila Embratel ao lado de Paêta e demais apoiadores de campanha.

A concentração para o evento acontece a partir das 15h na Praça Sete Palmeiras no bairro Vila Embratel é aguardada com grande expectativa pelos moradores da região.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Edivaldo realiza carreata gigante no Itaqui-Bacanga

Mais uma vez Edivaldo e Pinheiro foram recebidos com festa pela população


   No domingo (21), o prefeito Edivaldo Holanda (12), candidato à reeleição, e seu vice, professor Julio Pinheiro (PCdoB), percorreram ruas da área Itaqui-Bacanga, em uma carreata gigante.

Uma das maiores regiões de São Luis, a área tem cerca de 300 mil moradores e mais de 40 bairros, entre os quais o tradicional Anjo da Guarda, onde, há mais de 30 anos mora o professor Júlio Pinheiro, comandante político da região.


O Itaqui-Bacanga recebeu vários benefícios da atual gestão municipal, como a pavimentação de ruas com os programas Mais Asfalto e Interbairros, iluminação de led em vias principais, e melhorias no Hospital da Mulher, com a implantação de serviços de UTI e de neurologia, o que rendeu ao hospital reconhecimento nacional, considerado referência na área pelo Ministério da Saúde.



Durante o anúncio de sua candidatura à vice-prefeito a população comemorou e fez uma grande festa para brindar Pinheiro que  garantiu que a região pode se sentir representada com sua indicação para comandar a prefeitura de São Luís ao lado de Edivaldo.


Justiça Eleitoral defere registro de candidatura de Edivaldo pela coligação “Pra seguir em frente”






A juíza Ana Célia Santana, da 1ª zona eleitoral de São Luís, deferiu, no sábado (20), o pedido de registro de candidatura do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), pela chapa,  “Pra seguir em frente”.

O atual prefeito de São Luis é candidato à reeleição e tem como vice o Professor Júlio Pinheiro (PC do B).

Em seu deferimento a  magistrada argumentou que o candidato preenche todas as condições legais ao pleito 2016, “Foram preenchidas todas as condições legais para o registro pleiteado e não houve impugnação”, destacou.



Mais um golpe no povo: Temer agora diz que vai "segurar" reajustes salariais

Depois de ser repreendido pelo mercado financeiro e por lideranças do PSDB, que cobram mais rigor no ajuste fiscal, o governo interino de Michel Temer agora resolveu "segurar um pouco" os reajustes salariais de servidores públicos.

O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, disse, segunda-feira segunda (22), que os aumentos já aprovados serão mantidos, mas a posição do Planalto agora é de aguardar e discutir as propostas que ainda estão tramitando no Congresso.

"O que passou, passou. Agora, o momento é de segurar um pouco essa questão de reajustes. O país precisa aprovar suas reformas estruturantes, precisa sinalizar claramente o compromisso com o combate ao déficit público e com a austeridade fiscal. Esse é o nosso sentimento nessa hora", disse, após almoço entre líderes da base da Câmara com Temer.

O governo tem sido criticado por agir de forma contraditória. Ao mesmo tempo em que adota o discurso da austeridade e defende propostas que significarão cortes em direitos sociais e garantias constitucionais, oferta benesses a alguns setores que têm impacto sobre as contas públicas.

Nos últimos meses, os parlamentares aprovaram - com o aval do governo - um pacote de reajustes para várias categorias do funcionalismo, com impacto de R$ 58 bilhões nos cofres públicos. A iniciativa fez crescer um certo descrédito em relação às intenções do governo, que acabara de aprovar uma estimativa de deficit de R$ 170,5 bilhões - a maior da história do país.

Economistas, parlamentares e analistas, apontaram que os cortes eram, portanto, seletivos. E muitos sinalizaram que a meta fiscal teria sido inflada, com o objetivo de agradar aliados do golpe e conquistar apoio para Temer.

Entre as propostas de reajuste que ainda estão em análise no Legislativo, está, por exemplo, o aumento do teto remuneratório dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O projeto eleva os salários de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil, o que tem efeito "cascata" e significará ampliar o teto remuneratório do funcionalismo público em todo o país.

O freio do governo nos reajustes ocorre também em meio à descrença do mercado financeiro em relação ao ajuste fiscal e a críticas do PSDB a concessões feitas pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Os tucanos pressionam por medidas mais duras e temem que Meirelles evite iniciativas mais impopulares, de olho na disputa de 2018.

Apelo por engajamento
No almoço com os líderes, Temer solicitou apoio para votações que devem ocorrer esta semana, como a conclusão da análise do projeto de renegociação das dívidas estaduais com a União e a proposta de Lei Orçamentária Anual (LDO) de 2017.

O governo quer evitar o revés que sofreu no passado, quando precisou adiar votações consideradas prioritárias por falta de quórum para aprovar as medidas. Foi o caso da análise da prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) e do próprio projeto que alonga o prazo de pagamento das dívidas de Estados com a União.

Segundo Geddel, Temer chegou a fazer um "apelo" aos parlamentares, pedindo "engajamento" da bancada governista. "O presidente renovou esse apelo que a coordenação política tem feito permanentemente por presença em Brasília e por engajamento da base que está participando efetivamente do governo que é hora de dar demonstração clara ao país de disposição de enfrentar os problemas”, disse.

De acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na lista de projetos prioritários, está ainda a revisão da legislação do pré-sal, um projeto do então senador José Serra, que flexibiliza a participação da Petrobras na exploração dos campos de pré-sal.

"Temos muitas medidas provisórias, os destaques da renegociação das dívidas dos Estados e, depois disso, a gente entra no Pré-sal. O pedido do presidente foi para que a Câmara possa avançar nessas matérias que são muito importantes para o país", afirmou.

Com informações de agências de notícias